
SINOPSE: Atormentada após seu segundo aborto e aprendendo definitivamente que ela nunca poderia ter filhos, Paula, enquanto dirigia à noite, acidentalmente fere uma criança. Confusa e devido ao compromisso de comparecer a um evento que homenageia o marido, ela não acompanha a criança até o hospital como esperava. Ela tenta contar ao marido sobre o incidente, mas tem dificuldade em encontrar o momento certo. Mais tarde, tomada pelo remorso, ela busca se aproximar da criança e se torna ajudante no hospital. A criança é órfã e dispõe de cuidados de saúde limitados. O médico reconhece a necessidade de Paula ser útil e pergunta se ela se tornaria sua fonoaudióloga e tutora. Ela encontra significado e propósito em sua vida ao envolver o menino na terapia intensiva necessária para recuperar sua capacidade de falar. Ela será pega e punida, quando o menino conseguir falar, ele a implicará?